Profissão de gerontólogo é debatida pelo MEC no Congresso

Audiência da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa discutiu regulação do exercício da profissão de gerontólogo. MEC foi representado pela Sesu

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), participou de audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, da Câmara dos Deputados, com o tema: “A importância da profissão de gerontólogo na estruturação de políticas públicas relacionadas às pessoas idosas (PL n. 9003/2017)”. O objetivo do encontro foi discutir a regulação do exercício da profissão de gerontólogo.

O MEC foi representado por Gabriela Rocha, assessora da Diretoria de Desenvolvimento da Educação em Saúde (DDES/Sesu). O debate foi solicitado pelo deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), com o intuito de debater a importância do gerontólogo para a elaboração e estruturação de políticas públicas relacionadas à população idosa.

Em sua explanação, Gabriela Rocha ressaltou a relevância do gerontólogo e o seu processo de formação junto aos Conselhos Regionais de Medicina de Gerontologia. Enfatizou também que, “em razão do aumento da população de idosos no âmbito do Brasil e do mundo, o processo de envelhecimento requer a implementação de novas políticas públicas voltadas para essa área e para o bem-estar físico, psíquico e social do público idoso”. De acordo com a assessora da DDES, o MEC compreende a necessidade de fortalecimento dessa pauta e informou que a Pasta está em fase embrionária de implantação de políticas voltadas para o tema.

Participantes – Além da representante do Ministério da Educação, também participaram da audiência pública: Ligia Gualberto, coordenadora de Saúde da Pessoa Idosa na Atenção Primária do Ministério da Saúde; Paulo Guilayn, coordenador de Democratização do Trabalho na Saúde do Ministério da Saúde; Lucas Pelegrini, presidente da Associação Brasileira de Gerontologia (ABG); Maicon Luis Delinocente, vice-residente da ABG; Humberto Miguel Garay Malpartida, membro da ABG e coordenador do curso de bacharelado em erontologia da Universidade de São Paulo (USP); Juliana Hotta Ansai, chefe do Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (Unifesp) e membro da ABG; Juliana Benevides, representante da Associação Brasileira de Tecnologia em Gerontologia (ABTG); Fábio Ferreira, vice-presidente da ABTG; Christianne Maria Strazer Lima, colaboradora da ABTG no Distrito Federal para assuntos políticos e institucionais.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Agência Câmara